

Esta é uma história baseada em fatos reais, de dois caras que andavam de skate.
O primeiro, andava com um skate impecável, com roupas estilosas, selecionava a dedo os picos, tinha um seleto grupo de amigos, e treinava todos os dias para os campeonatos.
O segundo, não tinha condições de gastar tanta grana com peças, usava qualquer tipo de roupa, andava em qualquer lugar, era amigo de todo mundo, e não estava nem aí para competições.
O primeiro tinha um alto nível técnico: mandava diversas variações de flips, andava nas duas bases, acertava com perfeição manobras que pareciam difíceis.
O segundo, andava de skate há vários anos, mas ainda subia as calçadas mandando um simples ollie com dificuldade.
O primeiro, sempre preocupado, fazia todo tipo de “correria” para buscar patrocínios, ficava chateado quando não conseguia boas colocações em campeonatos, e ainda por cima, hostilizava os seus rivais de competição.
O segundo, sempre despreocupado, ia para os campeonatos e não estava nem aí para sua volta, pois o que queria mesmo era se divertir. Em vez de reclamar, ele gostava era de curtir com os seus amigos de longa data que ali estavam.
O primeiro, vendo seu sonho de se tornar um profissional ser frustado, parou de andar de skate, com a desculpa de que “o skate não dá futuro”.
O segundo, continuava sua rotina de andar nas horas vagas, dividindo o lanche depois das sessões, compartilhando os vídeos e revistas.Quem é o verdadeiro skatista?
O primeiro, que andava muito; ou o segundo, que mal sabia dar um ollie? Interprete da forma que quiser. Mas, somente saiba que, ser “skatista de verdade” não está marcado em suas roupas, expresso em suas manobras, ou representado em seus troféus ganhos em campeonatos.Aposto que, agora que você terminou de ler este texto, vários “verdadeiros” e “falsos” skatistas vieram à sua mente. Reflita sobre o que é, onde está e como se vivencia o “verdadeiro skate”.
"Depois que você descobrir isto, você será muito mais feliz."

0 comentários:
Postar um comentário